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Revista Zen Kids - Nov/2016 - Tipos de Alimentação

Revista Zen Kids - Nov/2016 - Tipos de Alimentação

No artigo deste mês, esclareço os vários tipos de alimentação, para um melhor conhecimento e abordagem. São diversos os regimes alimentares, nomeadamente:

Omnivoríssimo- neste tipo de alimentação, incluem-se os humanos. O porco e a avestruz, constam, igualmente, desta categoria, atendendo que se alimentam de quase tudo, inclusive o que não é alimento, como os pseudo alimentos processados à base de químicos ou geneticamente modificados.

Cerealismo – é um regime muito conhecido pela Macrobiótica, que inclui todos os tipos de cereais integrais. O arroz, é considerado o cereal que melhor se adapta ao ser humano. Habitualmente, os cereais são acompanhados pelas leguminosas, verduras cozidas ao vapor, sendo ainda admitido o consumo de carnes e peixes brancos, biologicamente criados. O consumo de frutas é reduzido, centrando-se na fruta da época e da região onde se habita. Quem opta por este tipo de regime alimentar, cumprindo-o a rigor, elimina completamente o consumo de lacticínios e seus derivados.

Ovo-lacto-vegetariano- regime alimentar centrado no consumo de vegetais, ovos, leite e seus derivados. Habitualmente, este é o regime adotado, por quem deseja mudar a sua dieta alimentar, considerando o consumo de ovos, lacticínios e seus derivados, transmitindo a sensação de alimentação proteica completa. Aqui, é eliminado todo o consumo de carne, peixes, mariscos e crustáceos.

Ovo-vegetariano- neste regime, tal como o anterior, aplicam-se as mesmas regras, eliminando tudo que é derivado dos lacticínios.

Lacto-vegetariano- regime alimentar que contempla o consumo de vegetais e lacticínios, retirando todo o tipo de carnes, peixes, mariscos, crustáceos e ovos.

Vegetariano – regime alimentar em que não é consumido qualquer tipo de alimento de origem animal.

Naturismo – não confundir com naturalismo! Regime alimentar cuja alimentação é baseada em integrais, livres de químicos ou geneticamente modificados.

Crudivorismo – regime alimentar, muito em voga na atualidade, sendo denominado como «raw food»! Atento ao significado da palavra, trata-se de um regime alimentar cujo consumo de alimentos é cru ou, ligeiramente aquecidos no inverno, para um maior aconchego do organismo (este ligeiro aquecimento, proporciona um bem-estar emocional).

Frugivorismo – regime alimentar cuja base dos alimentos são frutos frescos e secos.

Vegan – regime alimentar que elimina todo tipo de alimento de origem animal. Os vegans convictos, inclusive não usam roupa, calçado, cosmética, produtos de higiene pessoal e utensílios produzidos direta ou indiretamente de origem ou testados em animais. Na atualidade, é uma filosofia de vida, que capta cada vez mais seguidores, respeitando a vida de todos os seres vivos.

A minha pretensão com este artigo, é informar as várias opções de regimes alimentares, proporcionando ao leitor a esclarecimento sucinto das escolhas que pode efetuar, em completa segurança, assim como para toda a família.

Todos os regimes anteriormente descritos, apresentam dietas equilibradas, com os nutrientes necessários aos vários estádios etários, contemplando as necessidades alimentares desde o recém-nascido ao mais idoso.

É do conhecimento geral, que desde os tempos remotos da humanidade, muitos ilustres mundialmente conhecidos, baseavam a sua dieta alimentar no vegetarianismo, como é exemplo Pitágoras (em diversos escritos é referido a sua opção pelo vegetarianismo), assim como Hipócrates, o pai da medicina, por considerarem a opção mais saudável, nutritiva e saudável para a saúde.

Nos dias de hoje, pelos excessos alimentares cometidos e a consequente repetição dos alimentos, cada vez mais é escutada a palavra “intolerante”. As intolerâncias alimentares são cada vez mais conhecidas, com especial ênfase para as lactoses e glutén. Contudo, cada vez há mais registos de intolerâncias alimentares e, com um simples teste, poderá melhorar radicalmente o seu bem-estar, eliminando da sua dieta os alimentos não tolerados pelo seu organismo. Inúmeros registos de difíceis digestibilidades e flatulência, não são mais do que manifestações da ingestão de alimentos intolerantes pelo seu organismo.  Aconselhe-se com o seu nutricionista!

Será importante sensibilizar as famílias modernas, com maior acesso aos produtos que são lançados no mercado, que toda a publicidade e sedução para o seu consumo, são meros engodos para uma alimentação errónea e viciante, com consequências graves para a nossa saúde. São exemplo o consumo excessivo de açúcar, refrigerantes….  O açúcar refinado está presente na maioria dos alimentos disponibilizados. Esteja muito atento às rotulagens e confira.

Infelizmente, a maioria dos alimentos frescos, estão contaminados com agrotóxicos, em especial com o glifosato, utilizado para “matar” as ervas daninhas, mas que afeta diretamente os vegetais que consumimos, ingerindo a sua toxidade.  Uma forma de prevenir maior contaminação, é na hora da aquisição. Escolher os alimentos mais pequenos e “feios” à vista, será uma garantia de menor toxicidade do alimento, pela sua menor exposição aos agrotóxicos. Uma outra forma de reduzir a toxicidade dos alimentos frescos, é submergi-los durante meia hora, em água e vinagre. Desta forma, reduziremos o excesso de pesticidas presentes no alimento. O HACCP (sigla internacionalmente reconhecida para Hazard Analysis and Critical Control Point ou Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos) exige, por exemplo, que quem trabalha com alimentação, terá que usar lixívia como meio de desinfectar todos os alimentos crus.

Desejo que este artigo ajude a consciencializar o que poderemos fazer pela nossa saúde e, principalmente, nas escolhas alimentares para a família em geral.

Link da Revista Digital: click aqui

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